Óleos da Unção

Na Antiguidade ungia-se com o Óleo da Santa Unção para que Pessoas e objetos se tornassem há’kodesh, o que em português significa Santíssimos.

GENUÍNOS

CERTIFICADOS

RECONHECIDOS MUNDIALMENTE

DISTRIBUIDOR AUTORIZADO

A ligação Anciã entre Crentes e a Terra Santa que perdura há milhares de anos


O Óleo da Santa Unção, ou em hebraico, Shemen Há’Mishchah, foi utilizado na antiguidade como parte integral dos rituais do Antigo Testamento, na ordenação do Sacerdócio, assim como na consagração dos objetos do Tabernáculo. É um símbolo essencial da fé em Jerusalém.

Os nossos Óleos da Unção celebram esta ligação divina e milenar entre os crentes e a Terra Santa, oferecendo uma preciosidade genuína desse sítio tão especial que poderão ter sempre consigo. Pode utilizá-los em cerimónias religiosas, em atos de oração, ou na sua vida diária, sempre que sentir necessidade.
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Segundo a Bíblia, o ser ungido é um ser abençoado, daí a importância dos Óleos da Unção na consagração de atos religiosos.


Light of Jerusalem™

O Óleo da Unção Luz de Jerusalém é o mais aproximado do Óleo Sagrado da Unção da Antiguidade.
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1

A Nossa Missão

Abraçámos o conceito da Ein Gedi, um negócio familiar estabelecido há mais de 30 anos atrás. A inspiração por detrás do nascimento desta marca vem da criação de perfumes bíblicos e óleos da unção autênticos de Jerusalém que conquistam fiéis em todo o mundo. Estes óleos originais são feitos a partir de azeite virgem de oliveiras da Galileia, e perfumados com essências bíblicas e extratos de flores da Terra Santa. A integração destes óleos nos rituais de fé como cerimónias religiosas, orações ou mesmo no dia a dia, é uma forma de manter viva a ligação histórica entre os crentes e a sua Terra Santa, de forma espiritual e genuína.

2

Êxodo 30:23-25

Tu, toma para ti das principais especiarias: da mais pura mirra, quinhentos siclos; e de canela aromática, a metade, a saber, duzentos e cinquenta siclos; e de cálamo aromático, duzentos e cinquenta siclos; e de cássia, quinhentos siclos, segundo o siclo do santuário; e de azeite de oliveiras, um him. E disto farás o azeite da santa unção, o perfume composto segundo a obra do perfumista; este será o azeite da santa unção.

3

Cânticos de Salomão 2:1-3

“Sou a rosa de Sharon, e um lírio dos vales. Como um lírio entre espinhos, assim é o meu amor entre filhas. Tal como uma macieira entre as árvores da floresta, também é o meu amor entre os filhos. Sentei-me na sua sombra com grande deleite, e o seu fruto era doce ao meu paladar.”

4

Mateus 2:1-11

“Tendo nascido Jesus em Belém da Judeia, no tempo do Rei Herodes, eis que uns Magos vieram do Oriente a Jerusalém, e perguntaram: Onde está aquele que é nascido rei dos Judeus? Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo. Tendo eles ouvido o rei, partiram; e eis que a estrela que tinham visto no Oriente ia adiante deles, até que, chegando, se deteve sobre o lugar onde estava o menino. Vendo eles a estrela, alegraram-se muito com grande júbilo. E, entrando na casa, acharam o menino com Maria, sua mãe, e, prostrando-se, adoraram-no; e, abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro, incenso e mirra.”

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Notícias úteis e Curiosidades

26 abr, 2019
Jerusalém não pode ser considerada uma cidade santa, é um ponto de convergência, uma multiplicidade de cidades santas em um mesmo local. Todas as peregrinações trazem consigo suas próprias visões da cidade sagrada, cada uma carrega sua própria fé, costumes e religião. A história judaica e de Jerusalém se misturam há milhares de anos, marcada por diversos percalços, lutas, fugas e retornos, sem que, a cultura dos judeus dali desaparecesse com o passar do tempo.
Pode-se considerar a religião judaica como a primeira das três monoteístas a se fazer presente na Terra Santa. É necessário remontarmos a história de Davi, aquele que derrotou o gigante Golias, para entendermos a importância de Jerusalém para os judeus. Segundo a bíblia, Davi ao se tornar rei, concedeu a seu povo, depois de muito tempo vagando pelo deserto, um local seguro, onde pudessem viver e se desenvolver e, este lugar, era Jerusalém. A cidade santa então tornou-se importante para os judeus e aqui vão alguns fatos que explicam melhor essa relação de fé:
A arca sagrada
Segundo a bíblia, quando Moisés recebeu os dez mandamentos de Deus, firmou-se a aliança entre céu e terra, assim a arca representava esta aliança e guardava os dez-mandamentos. Daí sua importância para o povo judeu, e por isso, ao estabelecer Jerusalém a capital de seu reino, Davi trouxe a arca para a cidade, por isso a terra santa é tão importante para a religião judaica.
O Templo de Salomão
De acordo com a bíblia, Davi, rei dos hebreus queria construir um templo para abrigar a arca da aliança, uma vez que agora, possuíam seu próprio território. Seu desejo foi negado por Deus ao alegar que Davi era um homem guerreiro e buscava-se erigir um local de paz. A tarefa coube então a Salomão, filho de Davi que o construiu após o quarto ano de seu reinado, demonstrando o poder e a grandeza do povo hebreu neste momento.
Muro das Lamentações
Após a destruição do templo de Salomão por babilônios, liderados por Nabucodonosor em 586 a.C. os judeus foram exilados e puderam retornar anos mais tarde, quando a terra santa era dominada pelos Assírios. Neste período se deu a reconstrução do templo que foi novamente destruído pelo general romano Tito, durante a revolta judaica em 70 d.C.
O que resta hoje do antigo templo de Salomão é somente um muro, conhecido por Muro das Lamentações. O muro é ponto de peregrinações e um local sagrado onde os judeus se reúnem e fazem suas preces.
Milênios nos separam de Davi, o rei hebreu, porém a história construída por estes homens, movidos por sua fé ainda pode ser vista e sentida em Jerusalém. A cidade que resiste ao tempo e as guerras pode ser considerada o berço da cultura ocidental, guardando tesouros e segredos que intrigam até o mais cético dos homens modernos.
26 abr, 2019
Cinco milênios de história, inúmeras culturas e disputas religiosas, fazem de Jerusalém uma cidade única. Situada em entre o Mar Morto e o Mar Mediterrâneo, Jerusalém sempre foi um ponto de cruzamento importante entre culturas de norte, sul, leste e oeste. Para além dos conflitos religiosos, a cidade guarda segredos e lendas bem como inúmeras curiosidades que você leitor pode ainda não conhecer e nós, vamos citar 5 destas curiosidades hoje:
Jerusalém e seus 5000 anos de existência.
O povo Canaanita estabeleceu uma de suas cidades-estado no estreito do Monte Ofel (região onde se localiza Jerusalém), pois lá se encontra a Fonte Gihon, que é a única fonte de água fresca da região. Tal acontecimento se deu cerca de 5000 anos atrás, sendo assim, Jerusalém, que pode ser considerada resultado desses primeiros assentamentos de povos Canaanitas, se estabelece como uma das mais antigas cidades da história da humanidade e reforça ainda mais a sua importância histórica, econômica, política e religiosa.
A cidade coberta de pedra.
Como já sabemos, a importância histórica de Jerusalém é inestimável, preocupada com isso a prefeitura local estabeleceu uma lei municipal em que torna obrigatória o uso de pedras em todas as estruturas da cidade, pois apenas assim, se conserva o aspecto histórico que remete aos tempos de Cristo. Tal medida visa não só conservar a cultura local, bem como incentivar o turismo religioso, já que os peregrinos podem ter contato com uma realidade milenar.
Palco de batalhas.
Estabelecida como importante centro comercial, cultural e religioso a cidade de Jerusalém foi alvo de inúmeras batalhas. As constantes e mais conhecidas lutas por seu controle se deram por motivos religiosos, como as Cruzadas Católicas e o domínio Saladino. Como resultado de anos de conflito sabe-se que Jerusalém foi destruída 2 vezes, sofreu 23 sítios, foi atacada 52 e ainda capturada e reconquistada por 44 vezes.
Memorial Yad Vashem.
A cidade de Jerusalém possui um valor inestimável para a cultura Judaica. Assim sendo, o Memorial Yad Vashem foi fundado para homenagear as vítimas do holocausto nazista na Segunda Guerra Mundial. O local preserva a memória de todos aqueles esquecidos e inocentes que perderam suas vidas vítimas de uma barbárie. Como vários outros pontos da Cidade Santa, este memorial é um lugar de significado muito forte e de grande impacto naqueles que o visitam.
Cidade tecnológica.
Tecnologia e história podem sim ser grandes aliados no desenvolvimento de uma cidade. Jerusalém se mostra como um exemplo mundial de conservação do passado sem deixar de planejar seu futuro. Uma das cidades mais antigas do mundo, Jerusalém foi considerada em 2015 um dos centros de crescimento tecnológico mais rápido do mundo. Isso, claro é um reflexo da política do governo de Israel, que incentiva o desenvolvimento tecnológico no país.
A Cidade Santa repleta de história e lendas em suas batalhas e conflitos religiosos pode te surpreender. Acompanhe nossa jornada no descobrimento dessa cidade incrível!
26 abr, 2019
Visitar a Terra Santa, o berço das três maiores religiões monoteístas, é o sonho de muitos crentes. Foi lá que Jesus nasceu, viveu, pregou, realizou inúmeros milagres e sofreu sua crucificação. Não há registro de outra pessoa que tenha influenciado tanto a humanidade como Cristo, fato é que mesmo depois de 2 milênios os eventos de sua vida ainda repercutem.
A Terra Santa tem sido desde os mais remotos tempos um local de intensas disputas devido a sua localização geográfica, sendo rota de comunicação entre os maiores impérios da Antiguidade e Medievo e, também, por conta da fertilidade de suas terras. Jerusalém mistura sua história com as histórias judaica, cristã e muçulmana, por isso é conhecida por Terra Santa e aqui vão algumas curiosidades para você saber porque Jerusalém se constituiu como uma cidade importante para diferentes culturas.
A IMPORT NCIA PARA OS JUDEUS
Segundo a história, Davi levou sua Arca Sagrada para Jerusalém em 1004 a.C., fazendo da cidade capital de seu reino. Posteriormente Salomão, seu filho, construiu ali seu famoso templo. Uma guerra entre as tribos que compunham o reino aconteceu durante o reinado de Rehoboam, filho de Salomão, e dividiu-o em dois: o reino de Israel que continha 10 tribos e o de Judá composto por duas tribos e com sua capital em Jerusalém. Judá foi conquistada pelos Babilônios em 586 a.C. e os judeus foram exilados.
Quando a Terra Santa passou para o domínio Persa, os mesmos autorizaram os judeus a regressarem à Sião e construíssem um templo, no mesmo local do anterior. A região ainda passou pelo controle grego e por fim romano, na época de Cristo. É no templo que reside a importância de Jerusalém para os judeus, pois para estes é o local onde se guardava a Arca da Aliança de Davi – a evidência física do pacto entre Deus e o povo escolhido.
OS CRISTÃOS E A IMPORT NCIA DE JERUSALÉM
A religião cristã surge na Terra Santa como consequência dos eventos relacionados a Jesus Cristo. O profeta, que segundo o cristianismo é o filho de Deus, nasceu em Nazaré e viveu pregando pela região da Galileia. A importância de Jerusalém se dá, pois, sendo capital do governo Romano na região, foi dali que Herodes enviou soldados para matar a criança nascida de Deus, pois se sentiu ameaçado e, principalmente porque foi onde Jesus Cristo foi preso – Monte das Oliveiras – e crucificado por Pôncio Pilatos com o aval do povo.
Sendo assim, Jerusalém significa para os cristãos o local do amadurecimento pessoal, com a realização de milagres e martírio de seu líder, com sua crucificação e ressurreição sendo também, o local onde a pedra fundamental para a fundação da religião foi lançada.
JERUSALÉM E O ISLÃ
Após a proclamação do Islã, pelo profeta Maomé, a religião cresceu rapidamente no norte da África bem como o seu império, que chegou a dominar quase por completo a Península Ibérica (região de Portugal e Espanha) e tendo sua expansão no território europeu barrada por Carlos Magno no sul da França. Em 634, o exército Bizantino que controlava a região da Galileia foi esmagado e a região da Palestina foi dominada pelos Árabes.
Jerusalém é venerada pelos muçulmanos porque foi da rocha do monte onde ficava o templo que os anjos levaram Muhammad (Maomé) aos céus, antes de devolvê-lo à terra. Sendo assim, o domínio muçulmano se estendeu até 1099 quando os cruzados cristãos reconquistaram a região, que ficou sob seu domínio até 1187, quando Saladino retomou Jerusalém para o império Árabe-muçulmano.
Um local místico, assim podemos definir Jerusalém. Ponto de intersecção de três diferentes e ricas culturas, a cidade é o ponto de encontro de peregrinos de todo o mundo, bem como um local sagrado e de convivência tolerante dentre três das maiores religiões monoteístas da história da humanidade.
Por DAN SHALEV 26 abr, 2019
Durante séculos o judaísmo foi a religião predominante em Jerusalém, porém tudo mudou a partir do nascimento do profeta Jesus Cristo. De acordo com a tradição católica, Jesus nasceu em Belém de Judéia, uma cidade de existência tranquila e pastoral. Logo após seu nascimento, foi obrigado a migrar para o Egito com seus pais, uma vez que, Herodes, rei do Império Romano, ordenou a execução de todos os recém-nascidos até a idade de 2 anos no reino, já que o nascimento de Jesus, segundo as tradições, foi tido como uma ameaça a seu poder.
Com a morte de Herodes, a família de Jesus retornou a Nazaré, e o único episódio relatado sobre a infância de Cristo aconteceu na celebração do Pessach (Páscoa judaica) em Jerusalém. Jesus iniciou sua pregação publica somente por volta dos 33 anos de idade após seu batismo por João Batista em torno de 29 d.C. Foram aproximadamente 3 anos de pregação, onde Jesus percorreu a região da Terra Santa fazendo milagres e arrebatando milhares de seguidores. Seu julgamento e morte aconteceram em Jerusalém, tendo imortalizado diversos pontos da cidade como pontos de peregrinação para os cristãos, bem como foram o momento em que marca o surgimento de uma nova religião, ali em Jerusalém – o Cristianismo.
Como de costume, aqui vão algumas curiosidades e informações sobre o surgimento do cristianismo e suas influencias:
1 – Se Jesus foi batizado em 29 d.C. como ele podia ter 33 anos?
O calendário gregoriano, é atualmente o mais utilizado no mundo. Ele foi criado em 1582 pelo papa Gregório XIII em substituição ao calendário juliano. Este calendário leva em consideração as estações e é um calendário solar que divide o tempo em anos, meses, semanas e dias. Você leitor, deve ter notado que Jesus foi batizado em 29 d.C. (depois de Cristo), ou seja, 29 anos depois de seu próprio nascimento, uma vez que o ano 0 para este calendário é o do nascimento de Cristo, mas, dissemos que Jesus iniciou sua pregação aos 33 anos, como isso é possível?
Apesar de estranho, o ano 0 do calendário não é exatamente o ano do nascimento de Cristo. Historiadores não conseguem datar exatamente o ano de nascimento de Jesus, uma vez que, faltam fontes confiáveis. Os escritos mostram que Jesus nasceu no final do reinado de Herodes e tudo leva a crer que foi no decorrer do ano 6 a.C. Sim, Jesus nasceu antes do que o calendário gregoriano diz.
2 – Constantino o Imperador cristão
Após a morte de Jesus, seus seguidores fundaram o Cristianismo, uma nova religião. Estes eram censurados e perseguidos, uma vez que o judaísmo era a religião local e, não era a religião oficial do Império Romano. Somente em 312, quando Constantino I, imperador do Oriente, invadiu Roma foi que o cristianismo passou a ser respeitado e adotado como religião do Império. Constantino relatou uma visão antes da batalha, a qual o fez se converter em cristão. Sendo assim, adotou a religião como oficial do Império Romano, e os cristãos passaram a ser livres para praticar sua religião.
Cheia de mistérios, a religião Cristã teve sua pedra fundamental lançada a partir das pregações de Jesus e sua consequente execução. Depois de Cristo, mais uma religião passou a fazer parte da Terra Santa e difundir no imaginário local uma nova gama de crenças e mistérios, os quais, não encontrariam um terreno mais fértil para crescerem como o de Jerusalém. A nova religião trará inúmeras mudanças e histórias, guerras e conquistas e fará da Terra Santa o berço da religiosidade do mundo Ocidental.
26 abr, 2019
1 - Jerusalém, localizada em um planalto nas montanhas da Judeia entre o Mediterrâneo e o mar Morto, é uma das cidades mais antigas do mundo.
A "cidade da paz", como é conhecida, conheceu a sua parcela de tristeza e guerra. Situada na encruzilhada do mundo antigo, considerada sagrada pelas três principais religiões “abraâmicas” (judaísmo, cristianismo e islamismo) , tem estado envolvida em guerras durante a maior parte dos seus mais de 3.000 anos de história. Quando os arqueólogos começaram a escavar a cidade, foi com estupefação que descobriram que, camada após camada de escombros, indícios que partes de Jerusalém haviam sido destruídas pelo menos 40 vezes. Em alguns lugares, encontramos testemunhos de história a mais de 60 metros de profundidade. A parte mais antiga da cidade foi estabelecida no IV milénio A.C.
2 - Quase por inevitável consequência, é também em Jerusalém que está localizado o cemitério judaico mais antigo no mundo, no Monte das Oliveiras. Reúne mais de 150 mil sepulturas, desde há cerca de 3 mil anos.
O nome é derivado das oliveiras que têm decorado a paisagem ao longo dos anos.
Importantes figuras encontram-se sepultadas aqui, como: Eliezer Ben-Yehuda, pai do hebraico moderno, Shmuel Yosef Agnon, vencedor do Nobel de Literatura e o primeiro-ministro Menachem Begin e sua esposa Aliza.Segundo a Bíblia, foi nessas encostas que Jesus transmitiu muito dos seus ensinamentos, bem como o local de onde ascendeu aos céus.
3 - Jerusalém consegue ser em simultâneo uma das cidades mais antigas do mundo, e uma das mais modernas. Quando o assunto é tecnologia, muito provavelmente o nome de Israel será um nome entre os principais atores em jogo.
Ao contrário do que se possa pensar, o país é considerado um "paraíso científico". No ano de 2015, Jerusalém recebeu a nomeação como um dos centros com crescimento tecnológico mais rápido do mundo. Um número impressionante: 25% da população ativa em Israel é cientista.
4 - O terroir de Israel produz vinho desde os tempos bíblicos.
Fundada em 1870 na Cidade Velha de Jerusalém, a Teperberg foi uma das primeiras adegas familiares fundadas em Israel na idade moderna. Localizada nas montanhas da Judeia, a principal rota vinícola de Israel, a adega está localizada num kibutz a 20km de Jerusalém.
5 - Para o final, a curiosidade mais surpreendente.
Depois das atrações religiosas, a vista mais fotografada em Jerusalém é o “gato”. Vivem centenas de gatos na Cidade Velha. Quando os ingleses chegaram em 1917, encontraram uma cidade infestada de ratos. Como ainda é prática comum, para solucionar o problema da praga, criaram outra praga: importaram centenas de gatos.
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